domingo, 16 de março de 2014

Terceiro texto para o relatório da 1ª unidade 2014 dos 8º anos.

OS ESTADOS NACIONAIS MODERNOS.

A formação dos Estados Nacionais aconteceu no período da história europeia compreendido na Baixa Idade Média (Séculos XI a XIV), onde após a fracassada pretensão da Igreja de Roma de unificar o continente sob sua batuta, os diferentes povos europeus começaram a unir-se em torno de um grande líder, que fosse mais forte que os líderes regionais para unificar as diferentes e fragmentadas regiões que formavam a "colcha de retalhos" que era o mapa europeu da época.

Com essa nova configuração sócio-política, os reis passaram a assumir um perfil próximo ao do absolutismo, que teve seu auge com Luís XIV (o autor da famosa frase "o Estado sou eu"), e através desta força do monarca, subjugando os líderes locais é que o Estado Nacional moderno como conhecemos hoje pôde surgir.

Com exceção do Sacro-Império Romano Germânico  e dos Estados Italianos, que continuaram mantendo uma estrutura medieval, ou seja, de fragmentação em mini-estados dentro de uma pseudo-coletividade até cerca do século XIX, toda a Europa seguiu gradualmente em direção à construção dos Estados modernos que conhecemos ainda hoje, sendo o primeiro deles Portugal, em 1140, resultado da reconquista cristã da Península Ibérica.

Importante notar que a burguesia da época deu o apoio decisivo para que os estados nacionais se formassem.

A força de líderes locais era um obstáculo deveras negativo para o desenvolvimento do comércio trans-europeu e das atividades financeiras, já que cada senhor local estabelecia suas próprias taxas, leis e regulamentações.

O poder centralizado obviamente interessava ao monarca, particularmente, pois a nova ordem trazia o seu fortalecimento político, uma maior atuação administrativa e uma maior independência do poder da igreja.
Assim, o rei podia livremente exercer dentro de seu reino suas convicções, ideias e valores, algo que antes da origem do Estado Nacional era tolhido pela ação dos líderes regionais. Assim, é natural que tenha ocorrido uma aliança entre reis e burguesia, pois a liberdade de ação que a nova situação proporcionava a ambos era extremamente vantajosa.

Para a consolidação de tal realidade fazia-se necessário a formação de uma burocracia política e administrativa, bem como a de um exército nacional, obra a ser financiada pelos impostos cobrados à população, além do financiamento proporcionado por ricos banqueiros e comerciantes. Com esses importantes financiamentos, esses capitalistas pioneiros tornam-se patronos do Estado, recebendo vantagens comerciais e alfandegárias, desse modo, uma classe apoiava-se na outra, garantindo a realidade que permitia a uma classe a existência da outra.

Do outro lado, os antigos senhores feudais locais começam a formar a classe da aristocracia, que, para manter o status quo, era virtualmente "sustentada" pelo monarca e pela burguesia, mantendo assim, o reino em paz, livre de conflitos internos. Tal situação transformava esses nobres numa classe parasitária, que de fato, em nada contribuía para o progresso social ou econômico do reino, vivendo à custa deste.

Tal contradição no sistema social do Estado Nacional iria entrar em crise por volta do século XVIII, época da Revolução Francesa e da independência norte-americana, onde a situação de parasitismo da nobreza causou uma situação insustentável, que drenava as riquezas do estado, mantendo a população em um estado de pobreza inaceitável, causando, enfim, a extinção do estado absolutista, com um monarca forte.


Por Emerson Santiago.

Segundo texto para o relatório da 1º unidade 2014 dos 8º anos.

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS.

Um dos marcos do fim da Antiguidade foi a queda definitiva do Império Romano Ocidental na segunda metade do século V. A relevância do fato advém não apenas da importância até então possuída pelo Império, mas igualmente das poderosas transformações que seu colapso proporcionou. A partir de então, a Europa Ocidental sofrera um intenso abalo em suas estruturas, algo que se mostrava notável através do drástico processo de ruralização e do consequente enfraquecimento das cidades e atividades comerciais.

Em decorrência deste cenário caótico, começaram a surgir lideranças políticas locais que se colocavam na defesa de pequenos grupos populacionais. Em geral, tratavam-se de nobres que dominavam condados, ducados e outras localidades menores. Ao invés do imperador e seu exército, caberia agora a tais líderes combater às diversas ameaças que então passaram a assolar a recém-formada sociedade medieval. Deste modo, as instituições políticas sofrem um poderoso processo de descentralização, aspecto este que viria a caracterizar a Europa Ocidental ao longo de boa parte da Idade Média.

CRISE MEDIEVAL.

No entanto, especialmente no desenrolar da Baixa Idade Média, mudanças se sucederam em favor da revitalização comercial e urbana, processo este que comportou igualmente a centralização territorial e política nas mãos dos monarcas. O soberano surgia, então, como aquele que seria capaz de reorganizar as novas relações sociais e econômicas, confrontando o caos que caracterizou a Europa Ocidental durante a chamada “Crise Medieval do século XIV”.

Evidentemente que este processo de constituição das monarquias nacionais foi bastante longo e tortuoso. Para seu sucesso contribuiu uma série de fatores, como a criação de exércitos nacionais – que deveriam garantir a aplicação das determinações reais – e a elaboração de legislações que submetessem todos os súditos ao Estado. Além disso, as moedas e mercados nacionais foram unificados, assim como a cobrança de impostos monopolizada pelo governo.

Com a crise medieval e o advento da Idade Moderna, os “Estados Nacionais Modernos” são formados justamente a partir do fortalecimento do poder do rei e de seu Estado. Tais governos se amparavam em uma enorme máquina burocrática, onde uma grande variedade de instituições e cargos administrativos atuavam com o objetivo de consolidar o poder real. Surgiam, assim, as monarquias absolutistas.

MONARQUIAS ABSOLUTISTAS.

Nos diversos países da Europa onde o Absolutismo imperou, o monarca buscou ampliar seu poder através da constituição de alianças com representantes dos setores sociais mais importantes. Com a Igreja Católica, por exemplo, diversos acordos foram feitos, buscando-se com isso transformar fiéis em súditos obedientes. Ao mesmo tempo, nobres falidos eram sustentados pelo Estado e passavam a integrar a base política do rei absolutista.

Em um momento de incremento das relações comerciais pela Europa e dessa com outras regiões do mundo, o monarca absolutista preocupa-se igualmente em obter o apoio da burguesia comercial. Esta, por sua vez, entende a aliança com o rei como um fator fundamental à unificação dos mercados e à abertura de suas rotas comerciais pelo mundo, aspectos essenciais ao crescimento de seus lucros.

Buscando ampliar seu poder por todo o território nacional, diversos governos absolutistas utilizaram o censo populacional como uma importante estratégia para obter maiores informações sobre seus súditos. Na atualidade, o governo brasileiro faz uso muito parecido do censo. Na página Censo 2010 estão disponíveis todos os dados do último censo nacional.

Além do apoio de tais setores sociais, o Estado absolutista foi empoderado através das teorias elaboradas por importantes pensadores do período. O inglês Thomas Hobbes, por exemplo, buscou legitimar o absolutismo real em seu livro Leviatã. Nesta obra, Hobbes afirma ser necessária a realização de um pacto social entre o rei e seus súditos, a partir do qual estes últimos cederiam toda sua liberdade ao primeiro, que em troca lhes garantiria uma sociedade pacífica e ordeira.

Salientando as fortes relações existentes entre a Igreja e o Estado absolutista, o membro do clero francês Jacques Bossuet legitimava a ditadura monárquica como sendo esta fruto da vontade divina. Deste modo, o poder do rei seria um direito concedido por Deus e, portanto, não poderia ser contestado.


De um modo geral, as monarquias absolutistas imperaram na Europa durante toda a Idade Moderna. Suas estruturas começaram a ruir à medida que diversos grupos sociais passaram a reivindicar o estabelecimento de organizações políticas mais liberais. Nesse processo de depreciação do Absolutismo, as Revoluções Inglesas do século XVII e a difusão dos ideais iluministas se apresentaram como acontecimentos fundamentais. E como símbolo maior dessa crise, a Revolução Francesa, a partir da qual o Absolutismo passa a ser identificado como o Antigo Regime.

Primeiro texto para o relatório da 1ª unidade 2014 dos 8º anos.

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS MODERNOS.

No decorrer da Idade Média, a figura política do rei era bem distante daquela que usualmente costumamos imaginar. O poder local dos senhores feudais não se submetia a um conjunto de leis impostas pela autoridade real. Quando muito, um rei poderia ter influência política sobre os nobres que recebiam parte das terras de suas propriedades. No entanto, o reaquecimento das atividades comerciais, na Baixa idade Média, transformou a importância política dos reis.

A autoridade monárquica se estendeu por todo um território definido por limites, traços culturais e linguísticos que perfilavam a formação de um Estado Nacional. Para tanto, foi preciso superar os obstáculos impostos pelo particularismo e universalismo político que marcaram toda a Idade Média. O universalismo manifestava-se na ampla autoridade da Igreja, constituindo a posse sobre grandes extensões de terra e a imposição de leis e tributos próprios. Já o particularismo desenvolveu-se nos costumes políticos locais enraizados nos feudos e nas cidades comerciais.

Os comerciantes burgueses surgiram enquanto classe social interessada na formação de um regime político centralizado. As leis de caráter local, instituídas em cada um dos feudos, encareciam as atividades comerciais por meio da cobrança de impostos e pedágios que inflacionavam os custos de uma viagem comercial. Além disso, a falta de uma moeda padrão instituía uma enorme dificuldade no cálculo dos lucros e na cotação dos preços das mercadorias.

Além disso, a crise das relações servis causou um outro tipo de situação favorável à formação de um governo centralizado. Ameaçados por constantes revoltas – principalmente na Baixa Idade Média – e a queda da produção agrícola, os senhores feudais recorriam à autoridade real com o intuito de formar exércitos suficientemente preparados para conter as revoltas camponesas. Dessa maneira, a partir do século XI, observamos uma gradual elevação das atribuições políticas do rei.

Para convergir maiores poderes em mãos, o Estado monárquico buscou o controle sobre questões de ordem fiscal, jurídica e militar. Em outros termos, o rei deveria ter autoridade e legitimidade suficientes para criar leis, formar exércitos e decretar impostos. Com esses três mecanismos de ação, as monarquias foram se estabelecendo por meio de ações conjuntas que tinham o apoio tanto da burguesia comerciante, quanto da nobreza feudal.

Com o apoio dos comerciantes, os reis criaram exércitos mercenários que tinham caráter essencialmente temporário. Ao longo dos anos, a ajuda financeira dos comerciantes tratou de formar as milícias urbanas e as primeiras infantarias. Tal medida enfraqueceu a atuação dos cavaleiros que limitavam sua ação militar aos interesses de seu suserano. A formação de exércitos foi um passo importante para que os limites territoriais fossem fixados e para que fosse possível a imposição de uma autoridade de ordem nacional.

A partir de então, o rei acumulava poderes para instituir tributos que sustentariam o Estado e, ao mesmo tempo, regulamentaria os impostos a serem cobrados em seu território. Concomitantemente, as moedas ganhariam um padrão de valor, peso e medida capaz de calcular antecipadamente os ganhos obtidos com o comércio e a cobrança de impostos. A fixação de tais mudanças personalizou a supremacia política dos Estados europeus na figura individual de um rei.

Além de contar com o patrocínio da classe burguesa, a formação das monarquias absolutistas também contou com apoio de ordem intelectual e filosófica. Os pensadores políticos da renascença criaram importantes obras que refletiam sobre o papel a ser desempenhado pelo rei. No campo religioso, a aprovação das autoridades religiosas se mostrava importante para que os antigos servos agora se transformassem em súditos à autoridade de um rei.

Por Rainer Sousa

Graduado em História

ATENÇÃO 9º ANOS DO TURNO DA TARDE.

ATENÇÃO 9º ANOS DO TURNO DA TARDE COMO O ASSUNTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA ESTÁ SENDO O MESMO ENTÃO SERÁ SÓ UM RELATÓRIO PARA AS DUAS MATÉRIAS AGORA NA PRIMEIRA UNIDADE. MODIFIQUEI O CALENDÁRIO DE ENTREGA DOS RELATÓRIOS DA TARDE, SERÁ DIA SÓ 04/04/14 PARA A ENTREGA DO RELATÓRIO.

Terceiro texto para o relatório da 1ª unidade de 2014 dos 9º anos (hist e geo).

IDADE DO FERRO.

A Idade do Ferro se refere ao período em que ocorreu a metalurgia do ferro. Este metal é superior ao bronze em relação à dureza e abundância de jazidas. A Idade do Ferro vem caracterizada pela utilização do ferro como metal, utilização importada do Oriente através da emigração de tribos indo-europeias (celtas), que a partir de 1.200 a.C. começaram a chegar a Europa Ocidental, e o seu período alcança até a época romana e na Escandinávia até a época dos vikings (por volta do ano 1.000 d.C).

A Idade do Ferro é o último dos três principais períodos no Sistema de Três Idades, utilizado para classificar as sociedades pré-históricas, sendo precedido pela Idade do Bronze. A data de início, duração e contexto varia de acordo com a região estudada. O primeiro surgimento conhecido de sociedades com nível cultural e tecnológico correspondente à Idade do Ferro se dá no século XII a.C. em diversos locais: no Oriente Próximo, na Índia antiga, com a civilização védica e na Europa, durante a Idade da Trevas grega.

Em outras regiões europeias, o início da Idade do Ferro foi bastante posterior, não tendo se desenvolvido na Europa central até século VIII a.C., até o século VI a.C. no norte de Europa. Na África o primeiro expoente conhecido do uso do ferro pela fundição e forja se dá na cultura Nok, na atual Nigeria, por volta do século XI a.C. Porém se acredita que o ferro meteorítico, uma liga de ferro-níquel, fosse já usado por diversos povos antigos milhares de anos antes da idade do ferro,  já que sendo nativo no seu estado metálico, não necessitava a extração e fusão do mineral.

Cronologia.

Ainda na Idade do Bronze, um crescente número de objetos de ferro fundido, distinguíveis do ferro meteorítico pela falta de níquel, começou a aparecer por toda Anatólia, Mesopotâmia, subcontinente indiano, Levante, Mediterrâneo e Egito. Algumas fontes propõem que o ferro fosse um subproduto casual do refino do cobre, sem um processo reproduzível pela metalurgia da época.

A mais antiga produção sistemática e uso de utensílios de ferro começa na Anatólia. Também existe uma teoria que a produção africana de ferra iniciou mais ou menos ao mesmo tempo, possivelmente até antes que na Anatólia, porém descobertas recentes sugerem que o trabalho do ferro aparece na Anatólia desde 2000 a.C. A atual pesquisa arqueológica no vale do Ganges, atesta a produção de ferro desde 1800 a.C.7 Desde 1200 a.C., o ferro era amplamente utilizado no Oriente Médio, porém sem suplantar em nenhum momento o uso do bronze.

Já foi sugerido que a falta de estanho fosse o motivo colapso da Idade do Bronze, com a interrupção do comércio no Mediterrâneo por volta de 1300 a.C. que levaram à busca de metais alternativos. Existem evidências nesta época que vários objetos de bronze foram reciclados e transformados em armas. Com o uso mais difundido do ferro, foi desenvolvida a tecnologia necessária para fazer um aço maleável, fazendo com que os preços baixassem. Como resultado, quando houve estanho disponível novamente, o ferro já havia ganhado a preferência na produção de armas e ferramentas, sendo barato o suficiente para substituir o bronze. O ferro sendo um material mais resistente e leve trazia vantagens tecnológicas para as civilizações que o adotavam.

Porém trabalhos arqueológicos mais recentes mudaram não somente a cronologia, mas também as causas da transição do bronze para o ferro. Além de o ferro estar sendo produzido na Índia desde 1800 a.C., vários sítios africanos possuem artefatos de ferro desde pelo menos 1200 a.C., se opondo a ideia que houve uma descoberta única do ferro que depois se difundiu pelo mundo.

A Idade do Ferro pelo Mundo.

Oriente próximo.

Na Caldeia e Assíria, o ferro é usado desde pelo menos 4000 a.C. Um dos primeiros artefatos de ferro conhecidos é uma adaga, com a lâmina de ferro encontrada numa tumba Hatita na Anatólia e datada de 2500 a.C. 15 O uso de armas de ferro se difundiu rapidamente e substituiu o bronze por todo o oriente próximo no começo do primeiro milênio BC.

O desenvolvimento da fundição de ferro já foi atribuído aos Hititas. Acreditava-se que eles mantiveram o monopólio da metalurgia do ferro e que seu império tinha se baseado nesta vantagem tecnológica. Porém esta teoria não é mais aceita pela maioria dos especialistas, já que não existe evidência arqueológica desse monopólio. Enquanto existem objetos de ferro na idade do Bronze na Anatólia, o número é comparável aos objetos de ferro encontrados no Egito e outros locais no mesmo período, e somente um pequeno número destes objetos são armas.

Europa.

O período da Idade do Ferro é dividido em período da cultura de Hallstatt e período da cultura de La Tène.
Na Europa Central, a Idade do Ferro se divide em quatro períodos:
Cultura dos Túmulos.
Cultura dos Campos de Urnas (1.200-725 a.C.)
Cultura de Hallstatt (800-450 a.C.)
Cultura de La Tène (de 450 a.C.até à conquista romana).

Na Alemanha os historiadores diferenciam uma Idade do Ferro entre pré-romana e outra romana (cultura de Jastorf).


Em Portugal, então parte da Hispânia, a Idade do Ferro é essencialmente dominada pela ocupação do território pelo Império Romano, embora possamos depender da divisão do período em Idade do Ferro I e Idade do Ferro II, como o fez Armando Coelho na sua obra Cultura Castreja.

Segundo texto para o relatório da 1ª unidade de 2014 dos 9º anos (hist e geo).

IDADE DO BRONZE.

A Idade do Bronze é um período da civilização no qual ocorreu o desenvolvimento desta liga metálica, resultante da mistura de cobre com estanho. Iniciou-se no Oriente Médio em torno de 3300 a.C. substituindo o Calcolítico, embora noutras regiões esta última idade seja desconhecida e a do bronze tenha substituído diretamente o período neolítico (popularmente conhecida como Idade da Pedra). Na África negra, o neolítico é seguido da idade do ferro.

História.

O termo "Idade do Bronze" é, em última análise, derivada das "Idades do Homem", as fases da existência humana na Terra segundo a mitologia grega. Destes, a Idade de Ouro e a Idade da Prata são classificadas pelos historiadores modernos como míticas, mas a Idade do Bronze, bem como a Idade do Ferro são concebidos como tendo um núcleo de validade histórica. Todo o período é caracterizado pela adoção plena do bronze em muitas regiões, embora o local e a hora da introdução e desenvolvimento da tecnologia do bronze não é universalmente síncrona. Tecnologia de estanho e bronze feita pelo homem requerem um conjunto de técnicas de produção. O estanho deve ser extraído (principalmente como o minério de estanho cassiterita) e fundido separadamente, em seguida, adicionado ao cobre derretido para fazer a liga de bronze. A Idade do Bronze foi um período de uso intenso de metais e de redes de desenvolvimento do comércio.

Oriente Próximo.

A Idade do Bronze no antigo Oriente Próximo começou com a ascensão da Suméria no quarto milênio a.C. O Antigo Oriente Próximo é considerado por alguns como o berço da civilização e praticavam a agricultura intensiva durante todo o ano, desenvolveram um sistema de escrita, inventaram a roda do oleiro, criou um governo centralizado, códigos de leis e impérios, e introduziram a estratificação social, a escravidão e a guerra organizada. Sociedades na região estabeleceram as bases para a astronomia e matemática.

Antigo Egito.

Dinastias na Idade de Bronze Inicial.

No Antigo Egito, a Idade de Bronze começa no período protodinástico, c. 3150 a.C. A Idade do bronze arcaica do Egito, conhecida como a época Tinita, segue imediatamente a unificação do Baixo e Alto Egito, c. 3100 a.C. É geralmente considerado abrangendo as primeira e Segunda dinastias, com duração a partir do período protodinástico do Egito até cerca de 2686 a.C., ou o início do Império Antigo.
Com a primeira dinastia, a capital mudou-se de Abidos para Mênfis com um Egito unificado governado por um rei-deus. Abidos permaneceu como a maior terra santa no sul. As marcas da antiga civilização egípcia, como arte, arquitetura e muitos aspectos da religião, tomaram forma durante o período protodinástico. Mênfis no início da Idade de Bronze era a maior cidade da época.

O Império Antigo da Idade do Bronze regional1 é o nome dado ao período no terceiro milênio a.C. quando o Egito atingiu seu primeiro pico contínuo de civilização em complexidade e realizações - o primeiro de três períodos "imperiais", que marca os pontos altos da civilização no baixo Vale do Nilo (sendo os outros o Império Médio e o Império Novo).

O Primeiro Período Intermediário, descrito frequentemente como um "período negro" na história do antigo Egito, durou até cerca de 100 anos após o fim do Império Antigo, em torno de 2181-2055 a.C. Muito poucas evidências monumentais sobrevivem deste período, especialmente da parte inicial do mesmo. O Primeiro Período Intermediário foi um período agitado, quando o governo do Egito foi dividido entre duas bases de poder concorrentes: Heracleópolis, no Baixo Egito, e Tebas, no Alto Egito. Estes dois reinos acabariam por entrar em conflito, com os reis de Tebas conquistando o norte, resultando na reunificação do Egito sob um único governante durante a segunda parte da décima primeira dinastia.


Dinastias da Idade de Bronze Média.

O Império Médio durou de 2055-1650 a.C. Durante este período, a culto fúnebre a Osíris ascendeu para dominar a religião popular egípcia. O período compreende duas fases: a 11ª Dinastia, que governou de Tebas, e a 12ª e 13ª dinastias que foram centradas em torno de el-Lisht. O império unificado já foi considerado como compreendendo as 11ª e 12ª dinastias, mas historiadores atuais pelo menos parcialmente consideraram a 13ª dinastia como pertencente ao Império Médio.


Durante o Segundo Período Intermediário, o Antigo Egito caiu em desordem pela segunda vez, entre o final do Império Médio e do início do Império Novo. É mais conhecido pelos Hicsos, cujo reinado compreendeu as 15ª e 16ª dinastias. Os hicsos apareceram pela primeira vez no Egito durante a 11ª dinastia, começaram sua escalada rumo ao poder na 13ª dinastia, e surgiram a partir do Segundo Período Intermediário no controle de Aváris e do Delta. Pela 15ª dinastia, governaram o Baixo Egito, tendo sido expulsos no final da 17ª dinastia.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Primeiro texto para o relatório da 1ª unidade 2014 dos os 9º anos (hist e geo)

Idade da Pedra
A Idade da Pedra é o período da Pré-História durante o qual os seres humanos criaram ferramentas de pedra, sendo a tecnologia mais avançada naquele então. A madeira, os ossos e outros materiais também foram utilizados (cornos, cestos, cordas, couro...), mas a pedra (e, em particular, diversas rochas de rotura conchóide, como o sílex, o quartzo, o quartzito, a obsidiana...) foi utilizada para fabricar ferramentas e armas, de corte ou percussão.

Contudo, esta é uma circunstância necessária, mas insuficiente para a definição deste período, já que nele tiveram lugar fenômenos fundamentais para o ser humano, quanto às aquisições tecnológicas (fogo, ferramentas, moradia, roupa, etc), a evolução social, as mudanças do clima, a diáspora do ser humano por todo o mundo habitável, desde o seu berço africano, e a revolução econômica desde um sistema caçador-coletor, até um sistema parcialmente produtor (entre outras coisas).

O intervalo de tempo que abrange a Idade da Pedra é ambíguo, disputado e variável segundo a região em questão. Por exemplo, escavações mostraram que enquanto em certos lugares como a Grã-Bretanha se vivia na Idade da Pedra, em outros, como Roma, Egito e China, já se usavam os metais e conhecia-se a escrita. Alguns grupos humanos nunca desenvolveram a tecnologia do metal fundido e, portanto, ficaram numa idade de pedra até se encontrarem com culturas tecnologicamente mais desenvolvidas.

Em geral, acredita-se que este período começou na África faz 2,5 milhões de anos, com a aparição da primeira ferramenta humana (ou pré-humana). A este período seguiu-se o Calcolítico ou Idade do Cobre e, sobretudo, a Idade do Bronze, durante a qual as ferramentas desta liga chegaram a ser comuns; esta transição ocorreu entre 6000 a.C. e 2500 a.C.

Tradicionalmente vem-se a dividir a Idade da Pedra em Paleolítico (ou Idade da Pedra Lascada), com um sistema econômico de caça-coleta e Neolítico (ou Idade da Pedra Polida), no qual se produz a revolução para o sistema econômico produtivo e sedentário: agricultura e pecuária. Há um período intermédio chamado de Mesolítico, no qual usavam, ao mesmo tempo, instrumentos de pedra lascada e pedra polida. Os três períodos, por sua vez, encontram-se subdivididos.

Significância histórica.

A Idade da Pedra é praticamente contemporânea com a evolução do gênero Homo, com a única exceção sendo, possivelmente, bem em seu começo, quando espécies anteriores ao Homo podem ter fabricado ferramentas. O berço do gênero, de acordo com a idade e a localização das evidências atuais, é o Vale do Rift, especialmente no norte da Etiópia, onde é cercado por pradarias. O parente mais próximo entre os outros primatas ainda vivos, o gênero Chimpanzé, representa um ramo que continuou nas profundezas das florestas, onde os primatas evoluíram. O Rift serviu como um canal para o movimento em direção ao sul da África e também para o norte pelo Nilo, no Norte da África e pela continuação do vale em Levante até as vastas pradarias da Ásia.

A partir de cerca de 3 milhões de anos atrás, um único bioma se estabeleceu da África do Sul pelo vale, norte da África, e atravessando a Ásia até a China, que foi chamado recentemente de "Savanastão transcontinental". A partir das pradarias no Rift, os ancestrais do homem encontraram um nicho ecológico e desenvolveram uma dependência em relação a ele. O Homo erectus, antecessor do homem moderno, tornou-se um "morador da savana equipado com ferramentas".

A Idade da Pedra na arqueologia.

Início da Idade da Pedra.

As mais antigas ferramentas deste período foram feitas em pedra, dando origem ao nome. Em alguns sítios em Gona, Etiópia, nos sedimentos do Rio Awash, que serviu para datá-los. Todas as ferramentas vieram da Formação de Busidama, que localiza-se sobre uma desconformidade, ou camada ausente, que seria de 2,9-2,7 milhões de anos atrás. Os sítios mais antigos contendo ferramentas são datados de 2,6-2,55 milhões de anos atrás.  Uma das condições mais intrigantes sobre esses sítios é que eles são do Plioceno tardio, em que antes de sua descoberta, pensava-se que as ferramentas surgiram apenas no Pleistoceno. Rogers e Semaw, escavadores na localidade, afirmam que:
"…os mais antigos construtores de ferramentas de pedra eram exímios escultores... As razões possíveis atrás dessa aparente transição abrupta da ausência de ferramentas de pedra para a sua presença incluem... lacunas no registro geológico."

Os escavadores estão confiantes que mais ferramentas serão encontradas em outro lugar, de 2,9 milhões de anos atrás. As espécies que fizeram as ferramentas do Plioceno permanecem desconhecidos. Fragmentos de Australopithecus garhi, Australopithecus aethiopicus e Homo, possivelmente Homo habilis, foram encontrados em sítios de idades aproximadas às das ferramentas mais antigas.

Fim da Idade da Pedra.

O descobrimento da técnica de fundição de minério terminou a Idade da Pedra e começou a Idade dos Metais. O primeiro metal mais utilizado foi o bronze, uma liga de cobre e estanho, cada um sendo fundido separadamente. A transição da Idade da Pedra para a Idade do Bronze foi um período durante o qual as pessoas modernas podiam fundir o cobre mas ainda não eram capazes de obter o bronze, uma época chamada de Idade do Cobre, ou mais tecnicamente, o Calcolítico, "idade da pedra-cobre". O Calcolítico, por convenção, é o período inicial da Idade do Bronze e é, sem dúvidas, parte da Idade dos Metais. A idade do Bronze foi seguida pela Idade do Ferro. Durante todo o tempo, a pedra continuou em uso paralelamente com os metais em alguns objetos, incluindo aqueles que também eram usados no Neolítico, como a cerâmica de pedra. Homens civilizados eram, agora, exímios artesãos de pedras.

A transição para o fim da Idade da Pedra ocorreu entre 6 mil a.C. e 2,5 mil a.C. para a maioria dos humanos que viviam no norte da África e na Eurásia. A primeira evidência de metalurgia humana data do período entre o 5º e o 6º milênio a.C. em sítios arqueológicos de Majdanpek, Yarmovac e Plocnik (machados de cobre de 5500 a.C. pertencentes à cultura Vincha)8 e a mina de Rudna Glava na Sérvia. O Ötzi, uma múmia de aproximadamente 3300 a.C. carregava consigo um machado de cobre e uma faca de pedra.

Em regiões como a África subsariana, a Idade da Pedra foi seguida diretamente pela Idade do Ferro. As regiões do Oriente Médio e do Sudeste Asiático saiu da Idade da Pedra, tecnologicamente, por volta de 6000 a.C. A Europa e o resto da Ásia tornaram-se sociedades pós-Idade da Pedra por volta de 4000 a.C. As culturas proto-incas da América do Sul continuam no nível da Idade da Pedra até 2000 a.C., quando o ouro, cobre e prata possibilitaram sua evolução, com o resto seguindo depois. A Austrália permaneceu na Idade da Pedra até o século XVII. A fabricação de ferramentas de pedra continuou. Na Europa e na América do Norte, mós continuaram bastante em uso até o século XX, e ainda são usados em muitas partes do mundo.

O conceito de Idade da Pedra.

O termo nunca foi usado para sugerir que o avanço e os períodos de tempo na pré-história são medidos apenas pelo tipo de material das ferramentas, mas sim, por exemplo, pela organização social, fontes de alimentos, adaptação ao clima, adoção da agricultura, cozimento, assentamento humano e religião. Assim como a cerâmica, a tipologia das ferramentas de pedra combinada com a sequência relativa dos tipos em várias regiões fornecem um quadro cronológico da evolução do homem e da sociedade. Eles servem como diagnósticos de datas, ao invés de caracterizar as pessoas e a sociedade.

A análise lítica é uma grande forma de investigação arqueológica especializada. Ela envolve a medida das ferramentas de pedra para determinar sua tipologia, função e tecnologia envolvida. Ela inclui estudos científicos da redução lítica de matérias-primas, examinando como os artefatos foram feitos. A maioria desses estudos ocorrem em laboratórios com a presença de vários especialistas. Na arqueologia experimental, os pesquisadores tentam criar réplicas das ferramentas, a fim de entender como elas foram feitas. Flintknappers são artesãos que utilizam ferramentas afiadas para reduzir pedras de sílex em ferramentas de pedra.

Além da análise lítica, os estudiosos da pré-história utilizam uma grande variedade de técnicas derivadas de múltiplos campos. O trabalho do arqueologista em determinar o paleocontexto e a sequência relativa das camadas é suplementado pelos esforços do especialista em geologia em identificar camadas de pedra através do tempo geológico, do especialista em paleontologia em identificar ossos e animais, do palinologista em descobrir e identificar espécies de plantas, do físico e do químico nos laboratórios em determinar datas através de carbono-14, potássio-argônio e outros métodos. Os estudos da Idade da pedra nunca se focaram apenas nas ferramentas de pedra e na arqueologia, que são apenas uma forma de evidência. O foco principal sempre foi a sociedade e o povo físico a que pertenciam.

Apesar de sua grande utilidade, o conceito de Idade da Pedra tem suas limitações. O intervalo de datas desse período é ambíguo, disputado e variável de acordo com a região em questão. Enquanto é possível falar de um período da 'idade da pedra' geral para toda a humanidade, alguns grupos nunca desenvolveram a tecnologia de fundição de metal, permanecendo na 'idade da pedra' até eles encontrarem outras culturas tecnologicamente desenvolvidas. O termo foi criado para descrever as culturas arqueológicas da Europa. Ele pode não ser sempre o melhor termo em relação a regiões como algumas partes da Índia e Oceania, onde os agricultores e os caçadores-coletores usavam pedra para construir ferramentas até o começo da colonização européia.

Os arqueologistas do final do século XIX e começo do século XX, que adaptaram o Sistema de Três Idades a suas idéias, esperavam combinar a antropologia cultural e a arqueologia de um jeito que uma específica tribo contemporânea pudesse ser usada para ilustrar o estilo de vida e crenças do povo com uma específica tecnologia da Idade da Pedra. Como uma descrição dos povos que vivem hoje, o termo idade da pedra é controverso. A Associação dos Antropologistas Sociais desencorajam seu uso, asseverando:

"Descrever qualquer grupo vivo como 'primitivo' ou 'da Idade da pedra' inevitavelmente implica que eles estão vivendo em algum estágio anterior do desenvolvimento humano por qual a maioria da humanidade já passou. Para alguns, isso poderia ser uma descrição positiva, implicando, por exemplo, que tais grupos vivem em uma maior harmonia com a natureza... Para outros, ... 'primitivo' é uma caracterização negativa. Para eles, 'primitivo' denota uso irracional de recursos e ausência de padrões intelectual e moral de sociedades humanas 'civilizadas'... Do ponto de vista do conhecimento antropológico, essas duas visões são igualmente fechadas e simplistas."

Calendário de provas (data das entregas dos relatórios 1ª unidade 2014)

Manhã:
31/03/14: 9º C (geo) e 9º B (geo)
01/04/14: 9º A (geo) e 8º B (geo)
04/04/14: 9º D (geo); 8º A (geo) e 8º C (geo)

Tarde:
04/04/14: 9º F (hist e geo); 9º G (hist e geo) e 9º H (hist e geo)

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Normas de Funcionamento e Convivência da Escola Monsenhor Francisco Salles.

NORMAS DE CONVIVÊNCIA ESCOLA MONSENHOR FRANCISCO SALLES

O respeito mútuo é a condição fundamental para a garantia de um relacionamento interpessoal satisfatório entre os alunos, professores, direção, pais e funcionários. A Escola Monsenhor Francisco Salles, juntamente ao Conselho Escolar, elaborou um conjunto de normas, visando a convivência social num clima participativo e disciplinado. Quando todos respeitam as normas, direitos e deveres de cada um, a vida em comunidade fica mais saudável.

1) UNIFORME ESCOLAR
     Camisa da padronizada da Rede Estadual, calça comprida azul e sapato.

2) HORÁRIO
     A pontualidade no horário de chegada à escola é indispensável para o desempenho escolar do aluno, bem como para a disciplina das classes. Portanto, o horário escolar deve ser respeitado pelo aluno e pelos pais ou responsáveis.
Horário escolar                         Entrada                              Saída
Turno da manhã                 07h . e 30min.                          12h.
Turno da tarde                    13h                                           17h. e 30min.

- Haverá tolerância de 15min. para os atrasos, após o início da 1ª aula.
- O aluno que chegar freqüentemente atrasado receberá advertência e os pais serão comunicados.
- Ao término das aulas, os alunos deverão aguardar os pais ou responsáveis no pátio da escola, não sendo permitido ficar dentro da sala de aula.
- Não será permitida a saída dos alunos da escola, antes do término das aulas.
- O aluno deverá informar e justificar sua ausência às aulas e demais atividades escolares, num prazo de 03 dias.
- O aluno menor de idade que, eventualmente, necessitar sair antes do término das aulas, deverá apresentar solicitação por escrito dos pais ou responsáveis. Os alunos maiores de idade deverão pedir autorização à direção da escola com justificativa.
- Não será permitida a entrada dos pais ou responsáveis, sem a devida autorização, na área das salas de aula, nem contato com o professor à porta da sala para evitar prejuízo pedagógico aos alunos.
- Solicitamos a não permanência dos pais ou responsáveis no interior da escola em horário de aula.

3) PARTICIPAÇÃO DO ALUNO NA ESCOLA
  - O aluno deverá se dirigir à sala de aula quando ouvir o toque da campainha, sem necessitar que o professor o convoque.
  - O aluno deverá permanecer em sala no horário das aulas, saindo somente com a permissão do professor.
  - Não será permitida a presença do aluno nos corredores ou no pátio em horário de aula.
  - Não é permitido trazer para a escola armas de qualquer tipo, material explosivo, objetos cortantes e skates.
  - Só será permitido o uso de aparelho de som nos seguintes casos: recreio; apresentação de trabalhos e eventos.
  - Não é permitido ao aluno usar o nome da escola para promover rifas, coletas dentro ou fora do recinto escolar, bem como promover excursões sem autorização da direção como também exercer qualquer tipo de comércio.
  - Não é permitido ao aluno portar ou fazer uso de cigarros, bebidas alcoólicas ou substâncias tóxicas, participar de brigas ou tomar atitudes incompatíveis com o adequado comportamento social no interior, na frente ou nas imediações do estabelecimento escolar ou quando se encontrar uniformizado.
  - Não será permitido o uso de aparelhos eletrônicos, celulares e jogos no interior da sala de aula.
  - O aluno não poderá transitar sem camisa ou com bicicleta dentro da unidade escolar.
  - Não será permitido deixar a sala de aula para atender chamados de colegas ou pessoas estranhas, chamadas telefônicas, exceto em caso de urgência.
  - O aluno deve utilizar o banheiro dentro dos princípios de higiene.
  - É dever do aluno, zelar pela limpeza da escola, salas de aula, pátio banheiros e áreas afins.
  - A comunicação escola/família  é de grande importância no processo educativo. Por isso, é indispensável que o aluno entregue - no mesmo dia – aos pais, as circulares expedidas pela escola.

4) EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
  - A atitude de responsabilidade é essencial na formação do aluno, devendo este zelar pelos equipamentos e materiais da escola, como: mobiliário, material didático, utensílios de cozinha, quadro, bebedouro, som, livros da biblioteca, etc. A danificação desses materiais implica na sua reposição por parte do aluno.
  - Cada aluno deve ser responsável por seu material de uso pessoal, pois não é possível à escola responsabilizar-se no caso de desaparecimento do mesmo.
  - O respeito aos materiais dos colegas e àqueles de uso comum é um dever do aluno, sendo fundamental para uma convivência satisfatória.
  - O livro didático deverá ser devolvido no final do ano letivo impreterivelmente ao professor de cada disciplina.

5) DO NÃO CUMPRIMENTO DAS NORMAS ESCOLARES
  - O não cumprimento de qualquer uma das normas estabelecidas neste documento acarretará nas seguintes medidas:
  A) ADVERTÊNCIA VERBAL E/OU ESCRITA.
  B) CONVOCAÇÃO DOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS.
  - Tais procedimentos serão aplicados pela direção da escola, com devido registro em livro de ocorrências.
  - Para os casos mais graves as partes serão ouvidas pelo Conselho Escolar para tomar as devidas providências.

6) ATENDIMENTO AOS PAIS
    O atendimento aos pais será realizado da seguinte forma:
  - Pelo professor: na ocasião das reuniões e plantões pedagógicos.
  - Pela equipe técnica e Direção: através de convite aos pais ou responsáveis ou por solicitação dos pais.
  - Sempre que a Direção da escola solicitar a presença dos pais ou responsáveis pelo aluno, pede que compareçam com a máxima brevidade, no sentido de tomar conhecimento dos assuntos que geraram a solicitação.

7) DA AVALIAÇÃO
  - A avaliação do rendimento escolar será realizada de forma contínua através de instrumentos diversificados:
  - Tarefas de casa e classe, pesquisas individuais ou em grupo, fichas de exercício, etc.
  - Observação das atitudes: participação nas aulas, comportamento, responsabilidade, cooperação, cumprimento das tarefas, assiduidade e pontualidade.
  - O não cumprimento das tarefas será comunicado aos pais.
  - Os resultados escolares serão entregues no final de cada bimestre no Plantão Pedagógico.

8) DAS REUNIÕES DE PAIS E PLANTÕES PEDAGÓGICOS
  - A relação família/escola é de fundamental importância para o desenvolvimento escolar do aluno. Sendo assim, solicitamos a presença dos pais sempre que a escola envie o convite para as reuniões, pois freqüentemente estaremos tratando de assuntos de interesse de todos. Promovemos ainda, palestras com temas sugeridos pelas famílias, no sentido de contribuir com a educação dos nossos alunos.
  - Após as reuniões os pais terão oportunidade de conversar com os professores, equipe técnica e Direção, sobre assuntos relacionados a seus filhos.
  - Ao final de cada bimestre, realizaremos os Plantões Pedagógicos, onde os pais receberão os resultados escolares e terão oportunidade de acompanhar o desenvolvimento escolar de seus filhos.

  - Os casos omissos ou excepcionais serão analisados pelo Conselho Escolar.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Sobre as provas (relatórios).

Como eu já expliquei, as provas serão em forma de relatórios.

Cada um dos relatórios deverá ser feito em uma, duas ou três folhas de papel pautado (4, 8 ou 12 páginas), dependendo do assunto do relatório e da unidade (frente e verso, as últimas páginas dos relatórios de 8 e 12 páginas podem ser utilizadas para colocar imagens/figuras relacionadas ao tema do relatório).
Lembrar de que não tem capa, é pra colocar o cabeçalho com a data da prova na primeira página do relatório, seguindo o ex:
Recife, 00 de ******* de 0000 (de acordo com seu dia de prova/data de entrega do relatório)
Profº: Denis Machado Leão
Aluno:                              Série:
Relatório de Geografia ou História da 1ª/2ª/3ª/4ª unidade. (de acordo com a matéria da prova e a unidade)
Tema:  (de acordo com o tema do relatório)

As turmas que por acaso ficarem sem livro de geografia e/ou história devem ler os resumos que irei postar sobre os assuntos e ver os vídeos que também estarei postando.
As turmas que tiverem os livros, além de ver os vídeos e ler os resumos também devem ler as páginas que eu indicar.
Lembrar de que tem que fazer os exercícios dos capítulos também.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Videos sobre o Planeta Terra...


O vídeo de geografia e o de história sobre a construção do planeta.

visão da geografia

                                                                   visão da história

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A religião e o início das cidades...


O homem surgiu no planeta, evoluiu e começou a organizar a sua vida em grupo.

A religião de certa forma é responsável por parte dessa organização grupal e pelo seu desenvolvimento.

A agricultura foi descoberta e inicialmente mantida e desenvolvida pelas mulheres enquanto os homens estavam caçando, com ela veio o excedente de produção e o primeiro tipo de comércio, o Escambo feito à base de trocas.

Esse será um dos fatores que irá "forçar" as pessoas a saírem do seu mundo entrando em contato com outros grupos humanos.

O contato já havia, mas de uma forma muito mais esporádica, especula-se de que não eram contatos pacíficos havendo na maioria das vezes confronto entre os grupos.

O comércio vai aos poucos mudar essas relações.

Mas, você deve estar se perguntando, o que comércio e religião tem a ver? Qual a relação entre eles e o surgimento das civilizações?

O sacerdote tribal (usarei esse termo) vai reunir as pessoas ao redor de sua tenda, seja esporadicamente, seja em um momento específico, não há como precisar o momento em que os comerciantes vão perceber essa movimentação em torno da tenda (gruta, caverna, cabana) do sacerdote e vão se dirigir para o mesmo local armando suas "tendas de comércio" para aproveitar esse fluxo de pessoas e vender suas mercadorias.

A partir de estudos feitos  em cima de alguns achados arqueológicos supõe-se que os comerciantes vão passar a construir suas tendas próximo do local de habitação do sacerdote, pois sabem que a população sempre vai até ele.

Essa "relação" religião-comércio vai atrair aos poucos as pessoas que vão começar a morar mais perto perto do sacerdote e consequentemente dos comerciantes.

É dessa forma que vão começar a surgir as primeiras grandes aglomerações de pessoas, que irão evoluir para vilarejos, vilas, polis e cidades.

São a partir dessas aglomerações que vão se organizar algumas das primeiras civilizações.

Agora com a civilização o espaço religioso vai evoluir e vão começar a surgir os primeiros templos, os comerciantes antes localizados ao redor, agora vão construir suas tendas dentro dos templos.

Em algumas culturas essa invasão dos comerciantes dentro do espaço sagrado vai ser combatida e espaços próprios para as tendas de comércio vão ser construídos próximos aos templos.

Em outras, sagrado e comércio vão começar a funcionar como uma coisa só, principalmente quando começam a surgir comerciantes que vendem artigos "sagrados" dentro dos templos.

A função e atribuições do sacerdote também vão mudar em algumas civilizações com o passar do tempo.

Essas mudanças e o fato do comércio localizado no interior dos templos vai permitir o surgimento do charlatanismo religioso, com falsos sacerdotes e seus truques de mágicas.

Vai haver um grande "desenvolvimento tecnológico religioso" por causa desses embusteiros, que vão ganhar dinheiro em cima da crença das pessoas.

É uma teoria bastante aceita dentro da história que o início das primeiras civilizações tenha se dado dessa forma: religião + comércio + população = cidades/civilização.

Essa não é a regra para o surgimento das primeiras civilizações, mas sim uma das possibilidades, já que se trata de um período que deixou poucos registros para estudos, e nem todos os que foram descobertos foram ou podem ser decifrados, dessa forma ainda muito pouca informação sobre a época primitiva para se ter certezas de quando ou como aconteceram.

Com as primeiras civilizações esse registros aumentam, e é a partir desse momento que entramos em uma nova fase na evolução das religiões.

sábado, 13 de abril de 2013

Perfil do facebook para alunos...

a todos os meus alunos atuais adicionem o perfil ProfDenis Machado, já estou mandando convite pra vocês, e estarei excluindo vocês desse perfil e deixarei no outro ok, a todo mundo que estuda no Monsenhor Francisco Salles esse ano adicionem meu outro perfil: ProfDenis Machado.https://www.facebook.com/profdenis.machado?fref=ts

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vídeo e texto sobre tempestade solar em 2011


No seu auge, a tempestade foi qualificada como de forte a severa pelo Laboratório Espacial Goddard, da Nasa, nos arredores de Washington.

A tempestade de partículas carregadas vindas do Sol --o chamado vento solar-- foi gerada depois que a gigantesca mancha solar 1302 expeliu uma rajada de material solar, na manhã de sábado, segundo nota da Nasa.

A mancha 1302 era grande a ponto de poder ser vista sem telescópio a partir da Terra, embora isso fosse desaconselhável devido aos riscos para o olho humano. Ela tem cerca de 160 mil quilômetros de diâmetro, espaço suficiente para caberem dez Terras lado a lado.

A tempestade solar gerada pela ejeção de massa atingiu o nível G3, numa escala que vai de G1 a G5, segundo a NOAA.

A "labareda" propriamente dita foi da categoria X1,9, chegando perto do topo da escala, mas os cientistas dizem que isso já era esperado na atual fase do ciclo solar, que tem duração de 11 anos. O pico da atividade solar, segundo os cientistas, vai ocorrer em meados de 2013.

As tempestades solares podem interferir em satélites, redes elétricas e sistemas de navegação como o GPS, mas ao que tudo indica a atual tempestade não causou grandes transtornos. Pessoas em latitudes muito baixas podem ter visto auroras boreais mais fortes.

Isso provavelmente ocorreu porque a mancha solar 1302 ficava perto da borda do disco solar que vemos da Terra. Por isso, segundo a NOAA, a tempestade atingiu apenas "de raspão" o campo magnético que cerca o nosso planeta.

Se tivesse atingido a Terra em cheio, disse a agência, "a tempestade geomagnética poderia ter atingido níveis 'severos' a 'extremos'."

A movimentação do Sol e da Terra nos últimos três dias já colocariam a mancha em posição frontal, mas sua atividade já parece ter diminuído, segundo os cientistas.

Vídeos sobre tempestade solar 1